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O nascimento da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, na década de 50, resultou do compromisso da comunidade judaica em oferecer à população brasileira uma referência em qualidade da prática médica.
Mas a Sociedade queria ir além da simples construção de um hospital. E assim foi feito, construído com recursos provenientes de doações e do trabalho de um grupo de pessoas dedicadas, o Hospital Israelita Albert Einstein foi inaugurado em 1971.
A partir de então, tornou-se referência em tratamentos com tecnologia de ponta, atendimento humanizado e expandiu suas fronteiras com ações de responsabilidade social e atividades de ensino e pesquisa.
Hoje, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein está à frente de projetos importantes, que mostram como a parceria público-privada pode render frutos para a comunidade.
Abrigadas no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, as atividades de educação e pesquisa são o motor de inovação que não se restringem aos pacientes do Hospital Israelita Albert Einstein e englobam cursos técnicos, de graduação e de pós-graduação, treinamentos sofisticados e pesquisas clínica e experimental.
O Einstein é hoje um sistema de saúde. Nossas sementes se espalham em diversas frentes e endereços, multiplicando frutos em benefício dos pacientes, da sociedade e do Sistema Público de Saúde.
A Universidade de São Paulo (USP) é uma universidade pública, mantida pelo Estado de São Paulo e ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI). O talento e dedicação dos docentes, alunos e funcionários têm sido reconhecidos por diferentes rankings mundiais, criados para medir a qualidade das universidades a partir de diversos critérios, principalmente os relacionados à produtividade científica.
A Escola Paulista de Medicina (EPM) foi a 11ª a ser criada no país; seu Manifesto de fundação foi publicado em 1 de junho de 1933. Quando a EPM foi fundada não possuía um único metro quadrado, mas foi grande o ideal e persistente a ação de seus fundadores: um grupo de cientistas e médicos com atuação destacada e idades variando de 27 a 54 anos.
A visão dos professores tem sido desde a sua fundação que a eficiência na área da saúde só seria alcançada se houvesse uma diversificação na formação de pessoal competente atuando em conjunto nas várias especialidades. Começou com o curso de Medicina, seguindo-se anos depois a criação da Escola de Enfermagem (1939). A EPM foi uma das pioneiras em implantar Programas de Residência Médica no Brasil. A Residência Médica foi iniciada em 1957 visando adequar a formação do médico com os avanços da medicina e necessidades da sociedade.
Atualmente, são oferecidos 35 programas diferentes a mais de 400 médicos residentes. O curso de Ciências Biomédicas (1966) foi criado visando a formação de docentes e pesquisadores nas áreas básicas da Medicina, e logo a seguir os cursos de Fonoaudiologia (1968) visando a formação de profissionais habilitados no processo de comunicação humana e de Tecnologia Oftálmica (1970) em diferentes técnicas e exames diagnósticos integrando equipe de atendimento oftalmológico. Em 1970, foi criado o primeiro curso de Pós Graduação na Escola Paulista de Medicina.
Hoje, a universidade conta 5 cursos de graduação com cerca de 1400 alunos, 38 programas de pós-graduação nível mestrado e 37 de doutorado aprovados pela CAPES com cerca de 2100 alunos, e cerca de 1500 alunos de especialização distribuídos em 100 programas de extensão, além de uma significativa produção científica. A qualidade dos alunos titulados fica clara pela competência dos profissionais por ela formados no mercado de trabalho.