Somos uma organização que trabalha para levar conhecimento de excelência a pessoas e organizações, contribuindo com o seu desenvolvimento e o do país. Nossa rede de 57 unidades e três campi distribui-se por 37 cidades do Estado de São Paulo, com um portfólio que abrange dezenas de áreas do conhecimento. Atuamos com cursos livres, técnicos, de graduação, pós-graduação e extensão, e ainda com títulos a distância e programas educacionais voltados para o atendimento corporativo, além de termos uma agenda de palestras, seminários e eventos. O trabalho educacional é complementado pela Editora Senac São Paulo e os hotéis-escola Senac.
No Portal Senac, você se informa sobre nossa programação e ações de responsabilidade social, tais como as redes sociais e a Política Senac de Concessão de Bolsas de Estudo.
Perfil oficial do Senac São Paulo administrado pela Gerência de Comunicação e Relações Institucionais
Contato: redes.sociais@sp.senac.br
A Estácio é uma das maiores e mais respeitadas instituições do setor educacional brasileiro. Há quase 50 anos, proporciona acesso a um ensino de excelência em larga escala e de maneira única. Movida pelo propósito de “Educar para Transformar”, a organização está presente em 23 estados e no Distrito Federal por meio do ensino presencial (mais de 90 Unidades), e em todo o Brasil com o Digital (mais de 750 polos), totalizando mais de 570 mil alunos matriculados. Entre docentes e colaboradores, há mais de 13 mil profissionais atuando com paixão, em linha com a missão da companhia.
A Estácio oferece cursos de graduação, pós-graduação (lato sensu e stricto sensu) e extensão. Como diferenciais, investe constantemente em inovação, tecnologia e no rápido alinhamento dos currículos dos cursos às necessidades do aluno e do mercado de trabalho. O reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) chancela a qualidade do ensino da Estácio e a trajetória dos estudantes comprova o êxito da instituição em formar cidadãos conscientes do seu papel transformador na sociedade.
Atuante em projetos que contribuem para o desenvolvimento social e cultural do país, a Estácio promove o Programa de Responsabilidade Social “Educar para Transformar”, por meio de cinco pilares: Esporte, Escola, Cidadania, Cultura, Inovação e Empreendedorismo. O movimento reflete o compromisso da instituição de causar impacto positivo no país, na população e no entorno dos seus campi.
Para mais informações, acesse nosso site, siga os canais oficias da Estácio nas mídias sociais ou entre em contato: 0800 880 6767.
A história da Universidade Federal do Paraná (UFPR) é marcada por grandes feitos e está muito ligada à história de desenvolvimento do Estado do Paraná. Foi a ousadia e a competência dos seus idealizadores, motivados pela sociedade paranaense, que fizeram da UFPR a mais antiga universidade do Brasil.
Sonho antigo, em 1892, o político Rocha Pombo lança, na Praça Ouvidor Pardinho, a pedra fundamental de uma futura universidade. Mas, devido à instabilidade gerada pela Revolução Federalista que ocorria no Sul do Brasil em função da divergência entre as elites federalistas e republicanas, o projeto não foi adiante.
Foi apenas em 1912, quando avaliou-se que o Paraná precisava de mais profissionais qualificados, iniciou um movimento pró-Universidade do Paraná. Nessa época, as lideranças políticas também se mobilizaram em prol da criação da universidade.
No dia 19 de dezembro de 1912, Victor Ferreira do Amaral e Silva liderou a criação efetiva da Universidade do Paraná. Era uma época de progresso da economia paranaense, devido à abundante produção e ao próspero comércio da erva-mate. “O dia 19 de dezembro representou a emancipação política do Estado e deve também representar sua emancipação intelectual”, afirmou Victor Ferreira do Amaral.
Em 1913, a universidade começou a funcionar como instituição particular. Os primeiros cursos ofertados foram Ciências Jurídicas e Sociais; Engenharia; Medicina e Cirurgia; Comércio; Odontologia; Farmácia e Obstetrícia. Após ter fundado a Universidade do Paraná, Victor Ferreira do Amaral – que foi também seu primeiro reitor – iniciou com empréstimos a construção do prédio central, na Praça Santos Andrade, em terreno doado pela prefeitura.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914) vieram a recessão econômica e as primeiras dificuldades. Dentre elas uma lei que determinava o fechamento das universidades particulares, numa tentativa do Governo Federal de centralizar o poder ...
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